200 ANOS DE INDEPENDÊNCIA

EM BUSCA DE UMA ESTRATÉGIA DE SEGURANÇA NACIONAL PARA O BRASIL

Autores

  • Guilherme Sandoval Góes Universidade da Força Aérea

Palavras-chave:

Estratégia de Segurança Nacional; Núcleo Estratégico; Geopolítica do Brasil.

Resumo

O presente artigo pretende analisar a importância da formulação de uma Estratégia de Segurança Nacional para o Brasil, nos moldes da National Security Strategy dos Estados Unidos da América (EUA), de modo a realizar o seu imperativo categórico, que posiciona o nosso País entre as cinco maiores potências do planeta. Com efeito, a projeção internacional de um país perpassa, inexoravelmente, pelo aprimoramento da sua Estratégia de Segurança Nacional, ou seja, da sua Grande Estratégia que projeta o seu desenvolvimento em todos os campos do podernacional. Nesse sentido, colima-se demonstrar que a base fundante da Estratégia de Segurança Nacional do Brasil deve ser a expansão dos seus núcleos estratégicos, aqui vislumbrados como os segmentos econômico-tecnológicos autônomos capazes de participar eficazmente da competição internacional. Isto significa dizer que a formulação da Grande Estratégia do Brasil não pode abrir mão da tríplice hélice da inovação tecnológica, que engloba as empresas, as universidades e o próprio governo. Não se pode confundir, portanto, a ideia de “núcleos estratégicos” com os tão propalados “campeões nacionais”, associados à corrupção sistêmica no Brasil.

Biografia do Autor

Guilherme Sandoval Góes, Universidade da Força Aérea

Pós-doutor em Geopolítica, Cultura e Direito pela Universidade da Força Aérea (UNIFA). Doutor e Mestre em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Professor Emérito da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME). Vice-Coordenador do Programa de Mestrado em Segurança Internacional e Defesa da Escola Superior de Guerra (ESG). Diplomado pelo “Naval War College” dos Estados Unidos da América. Professor de Direito da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ) e da Universidade Cândido Mendes (UCAM). Docente do Programa de Mestrado em Ciências Aeronáuticas da UNIFA.

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Publicado

17-11-2022

Edição

Seção

Fórum 2